Nas férias, vamos os resíduos continuar a separar!
As aulas já acabaram, mas porque não continuar a separar o papel, o cartão, o plástico, o metal e o vidro em casa?
Vamos relembrar como se faz:

Como podem ver, no dia-a-dia é simples separar embalagens de plástico e metal para o ecoponto amarelo, de papel e cartão para o ecoponto azul, ou garrafas e frascos de vidro para o ecoponto verde. No entanto, há outros resíduos que levantam questões.
Seguem alguns exemplos:
-As embalagens de esferovite (sujas ou limpas), utilizadas para fruta, carne ou peixe, devem ser colocadas no ecoponto amarelo;
-Os frascos de perfume, de creme ou de verniz, devem ir para o ecoponto verde, o mais vazios possível;
-O desodorizante (de roll-on ou spray), a embalagem de espuma da barba, a embalagem da pasta de dentes, o rímel, a paleta de sombras ou de blush, bem como a caixa da base ou o batom, quando acabam devem ir para o ecoponto amarelo;
-As rolhas de plástico e de cortiça, escovas de dentes usadas e lâmpadas usadas podem também ser recicladas. Existem ecopontos especiais em alguns supermercados ou então também se podem guardar e no início do ano letivo, colocá-las nos ecopontos para esse efeito na escola;
-As pilhas gastas devem ser colocadas no pilhão, ecoponto vermelho que existe em alguns pontos de venda e também na escola;
-As panelas, as tábuas de cozinha (sejam de madeira ou plástico) e os talheres velhinhos, desgastados ou estragados não devem ser colocados nos ecopontos, devem ser levados até ao ecocentro mais próximo;
-O óleo alimentar e o azeite usados devem ser colocados no oleão, ecoponto próprio normalmente laranja (deixar o óleo arrefecer; colocá-lo dentro de uma garrafa de plástico; fechar bem a garrafa e levá-la até ao oleão mais próximo);
-Por fim, os medicamentos fora de validade ou cujas embalagens já estejam vazias devem ser entregues nas farmácias.
Com toda esta informação, vamos então, nas férias, proceder à separação!
Horta biológica na EB 2,3 de Freixianda
Este ano letivo, a horta biológica do Clube EcoEscolas da Escola Básica 2, 3 de Freixianda teve a enorme ajuda do professor João Oliveira.
A primeira etapa foi preparar o terreno com o arrancar das ervas daninhas e o alisamento da terra. A segunda foi organizar a estufa já existente. Depois vieram alfaces, ervilhas, favas, cenouras, batata doce, cebolo, tomateiros, morangueiros, alho francês, couves, curgete, pimento … Tudo para ser posto e crescer sem o recurso a produtos químicos. No dia das Jornadas Culturais, a 10 de abril, os alunos do 1.º Ciclo também contribuíram, colocando germinações de feijões.
Com a colaboração preciosa da Junta da União de Freguesias de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais, instalou-se um depósito para a recolha da água das chuvas, facto muito importante para a rega das culturas.
O trabalho de professores, alunos e assistentes operacionais foi dando os seus frutos e os produtos recolhidos foram vendidos a elementos da comunidade escolar.
Para o próximo ano letivo, a horta biológica vai continuar (já temos sementes deste ano) e relembra-se que toda a ajuda de qualquer aluno, professor, encarregado de educação ou assistente operacional, consoante a sua disponibilidade, será bem-vinda.
Alunos de EMRC do Secundário convivem na praia fluvial de Ortiga
No passado dia 12 de junho, no âmbito da disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), 75 alunos do ensino secundário do Agrupamento de Escolas de Ourém, viveram um dia diferente, marcado pelo são convívio, alegria e espírito de partilha.
A proposta deste ano distinguiu-se desde o início, reunindo estudantes do 10.º, 11.º e 12.º anos e apostando num meio de transporte pouco habitual: o comboio, que partiu de Caxarias às 6h30, rumo à bela praia fluvial da Ortiga, no concelho de Mação.
Ao longo do dia, os alunos tiveram oportunidade de desfrutar da natureza, participar em atividades de grupo ao ar livre, conviver de forma saudável e reforçar os laços entre si, num ambiente descontraído e positivo.
A diversão foi uma constante, desde os banhos na piscina do rio, jogos de voleibol e futebol de praia, escalada, slide, tiro com arco, passeios de canoa e caminhadas por alguns trilhos naturais da região.
Num ambiente de boa disposição e convívio saudável, para o qual também contribuíram os professores acompanhantes, os alunos reforçaram os laços entre si e aprofundaram os valores promovidos pela disciplina de EMRC, como o respeito, a cooperação, o cuidado com a criação e a vivência da alegria de estar juntos.
Este foi, sem dúvida, um dia de crescimento pessoal, de partilha e de celebração da vida — longe da sala de aula, mas cheio de aprendizagens, também elas significativas.
Sabores do Brasil e do Mundo enchem a escola de cor e alegria
Na sexta-feira, 6 de junho, a cantina da escola encheu-se de aromas e ritmos brasileiros com a ementa especial do dia: arroz carreteiro, ananás e bolo de fubá. Esta iniciativa fez parte do projeto Desatar Nós, Criar Laços e contou com a dinamização dos alunos do Clube da Diversidade Cultural.
Durante o almoço, a animação não faltou: os alunos animaram o espaço com música, jogos interativos e ofereceram pulseiras com as cores da bandeira do Brasil. Um dos momentos mais marcantes foi a demonstração surpresa de capoeira, que entusiasmou toda a comunidade escolar.
A celebração da diversidade continuou durante a tarde, com um piquenique multicultural, onde os cheiros e sabores do mundo estiveram em destaque, reforçando o espírito de partilha e convivência entre culturas que caracteriza este projeto.
O Clube da Diversidade agradece ao Município de Ourém e à Direção do Agrupamento a colaboração e apoio constantes nestas iniciativas que promovem a inclusão, o respeito e o encontro entre culturas.
Dra. Agripina Vieira inspira alunos do 12º ano com palestra sobre Fernando Pessoa
A Sala Fernando Pessoa promoveu, no passado dia 29 de maio, uma palestra que ficará certamente na memória dos alunos do 12º ano. Com o título "Diálogos com Pessoa", a sessão foi conduzida pela Dra. Agripina Vieira, antiga professora na Escola e uma especialista de renome na área dos estudos literários.
A iniciativa revelou-se um verdadeiro sucesso, proporcionando aos estudantes uma oportunidade única de aprofundar os seus conhecimentos sobre Fernando Pessoa e a sua complexa obra literária. Mais do que uma simples revisão de conteúdos, a palestra constituiu um momento de reflexão crítica sobre o lugar do poeta na literatura e cultura portuguesas.
A Dra. Agripina Vieira cativou a audiência com uma abordagem inovadora e dinâmica, perfeitamente adaptada ao público jovem. A metodologia adotada pela oradora, de caráter indagador, estimulou a participação ativa dos alunos, criando um ambiente de diálogo construtivo e enriquecedor.
A palestra explorou não apenas a obra de Fernando Pessoa enquanto fenómeno isolado, mas também os múltiplos diálogos que esta estabelece com outros textos e diferentes formas de arte. Esta perspetiva multidisciplinar permitiu aos alunos compreender melhor a riqueza e complexidade do universo literário do poeta dos heterónimos.
Os objetivos propostos para esta sessão foram amplamente superados, contribuindo de forma significativa para a formação literária e cultural dos discentes.
![]() |
|
Page 28 of 89
